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Gostaria de compartilhar com vocês uma situação que estou vivenciando: a questão da cota de cada fornecedor. Para que a empresa consiga atingir o nível mais alto de desconto (baseado em uma política desenvolvida para distribuidores), é necessário que se cumpra um valor X por mês de forma que o mesmo seja mantido e a empresa possa continuar entre as mais competitivas do mercado.
Pois bem… a empresa que trabalho tem uma excelente estrutura e também um grande gerenciamento da toda a cadeia. Entretanto tenho percebido que não há um acompanhamento/planejamento da cota estipulada pelos fornecedores e com isso o estoque acaba “sofrendo um pouquinho” além de outros probleminhas a serem mencionados logo mais… Ao conversar sobre esse assunto com uma colega da pós que trabalha em um grande indústria, ela mencionou que passa pela mesma situação!
Para muitos de vocês, isso pode parecer bastante óbvio, mas ao verificar que a empresa que eu trabalho não era a única a não fazer o acompanhamento, decidi compartilhar uma solução que encontrei afim de ajudar e também receber sugestões!
Durante esta semana fiz um estudo de como poderíamos resolver isso e nada como o nosso grande companheiro Excel para nos auxiliar. Para começar, inseri todas as compras efetuadas de um certo fornecedor e criei uma aba a parte, com o objetivo de fazer os comparativos e acompanhamento da meta. Para que possam entender melhor, segue abaixo um modelo com dados fictícios.

Com a informação dos dois anos anteriores, é possível fazer uma análise do crescimento daquele fornecedor na empresa e também utilizá-la como forma de barganha para conseguir descontos adicionais em épocas de negociação. Além disso, o analista passará a ter dados mais concretos de como é dada a distribuição das compras e acompanhar a meta diária/semanalmente, sendo este um dos grandes motivos para eu escrever este post.
Baseado na política de descontos para distribuidores de alguns fornecedores, a empresa que trabalho já alcançou o patamar máximo de desconto, portanto alcançar os R$ 400.000,00 (por exemplo) ao longo do mês ou 70% dele no último dia, a porcentagem será a mesma. E o que acontece é justamente a segunda opção, acarretando em uma série de problemas como: a) estoque superdimensionado, comprometendo a organização e armazenagem dos materiais; b) perda de tempo e trabalho dobrado do comprador para conseguir o valor restante; c) desequilíbrio do fluxo de caixa no caso de empresas menores, etc.
Como esta é uma prática bem recente, ainda não será possível passar um feedback sobre isso, mas assim que gerar frutos, voltarei com informações. Fica aí uma ajuda para os que ainda não conseguiram otimizar este acompanhamento. Por hora, caso algum de vocês já tenha passado por uma situação parecida, sintam-se a vontade para comentar!


