Livros/Revistas
Apesar deste texto não ser voltado apenas ao público de logística, acho interessante postar para os que ainda não o leram / conhecem! Sou fã de carteirinha do Max Gehringer, apresentador dos quadros “Emprego de A a Z” e “O Conciliador” no Fantástico e escritor do “Clássicos do Mundo Corporativo“, uma coletânea que reúne cerca de 66 artigos do ramo profissional e que geraram muita repercussão entre ouvintes da Rádio CBN nos últimos anos.
Gostaria de dividir com vocês um destes artigos que achei muito válido para reflexão, chamado A Regra dos 5%.
“Lembrei hoje de uma dessas estatísticas baseadas mais no bom senso do que na técnica. A regrinha dos 5%. Segundo essa regra, de tudo o que escutamos, vemos, falamos, lemos ou escrevemos todos os dias apenas 5% realmente interessam. O restante é descartável.
Da mesma forma, de cada cem estagiários contratados por empresas, apenas cinco chegarão ao cargo de chefia. De cada cem pequenos negócios que são abertos, apenas cinco se transformarão no sucesso que o dono sonhava. De cada cem bons alunos, apenas cinco repetirão na vida profissional o bom desempenho que tiveram na escola.
A mesma regra vale para o trabalho. Se passamos quarenta horas por semana em uma empresa, durante 5% desse tempo, ou duas horas, fazemos alguma coisa pela qual seremos lembrados daqui a algum tempo. As outras 38 horas são gastas em trabalhos de rotina, em reuniões, em conversas ao telefone ou em bate-papos sem importância.
Um teste que fazia comigo mesmo era me perguntar como havia gasto minhas duas horas de criatividade na semana anterior. Na maioria das vezes, descobria que havia simplesmente, engolido pela rotina.
Essa lição dos 5% devo a meu saudoso professor Wantuil. Certa vez, durante uma daquelas algazarras incontroláveis em classe, o professor Wantuil, calmamente, disse que os 95% de alunos que quisessem persistir na bagunça poderiam continuar à vontade porque ele estava interessado em dar aula apenas para os 5% que iriam ser alguma coisa na vida. A classe imediatamente ficou em silêncio, porque todo mundo sempre se considera parte dos 5%.
Não sei se a lição funcionou no meu caso, mas certamente funcionou no caso do professor Wantuil. Porque devo ter tido cerca de cem professores na vida e ele é um dos cinco de que ainda me lembro.”
Moral da estória… não seja mais um na multidão! Faça a diferença onde quer que esteja e/ou papel que desempenha! Se você tem um objetivo, lute por ele sem medir esforços… estude, leia, fale, peça ajuda, corra atrás, trabalhe e o mais importante: ponha vida em tudo o que você faz! Com certeza os resultados sairão melhores do que vocês esperava… e até antes do previsto!
Olá pessoal!
Vamos a mais uma edição da Logweb. No mês de agosto, a revista faz uma grande chamada ao grande evento de logística que acontecerá em 2011, CEMAT SOUTH AMERICA, na qual ela é a mídia oficial.
Abaixo, os assuntos que você encontrará na Logweb de Agosto:
Entrevista:
A importância da gestão de fretes. Por Ricardo Gorodovits.
Empilhadeiras:
ILOG realiza reunião para discutir problemas típicos do setor;
Linhas de grande porto e elétricas Hyundai têm novos modelos;
Robôs paletizados:
Resistência ao uso não impede tendência de crescimento nos próximos anos;
Empreendimento:
Bracor está construindo CD para a Hermes no RH.
Retha Imóveis contrói condomínio logístico em Natal, RN.
Implementos Rodoviários:
Graças às carrocerias, setor de implementos supera 1o. semestre de 2008;
Investimentos:
Financiamento: programas especiais atraem investidores;
Baterias:
Exide abre filial no Brasil para fornecimento de soluções em energia;
Show Logistics:
Novidades e descritivos de produtos e serviços, negócios fechados, parcerias, novas atividades, focos de atuação, prêmios recebidos, etc. Tudo isto o leitor encontra no mais tradicional caderno da revista Logweb.
Alimentos & Bebidas:
Energéticos – Dark Dog estuda alternativas logísticas para crescer no Brasil;
Logística & Meio Ambiente:
Porto do Rio Grande elimina passivo ambiental;
Programa Socioambiental da Baterias Moura recebe prêmio da Fiat;
Marangoni conquista ISO 14001;
UPS expande transporte neutro de carbono a 35 países;
Multimodal:
Transporte Ferroviário – Será que o país “trem” jeito?
TRC – Roubos crescem no Brasil e Lei Negromonte não sai do papel;
Marítimo – Porto francês de Marseille-Fos é alternativa para movimentações de cargas brasileiras;
Transporte rodoviário – Exata Logística aposta no ERP Logix da Totvs
Transporte aéreo – Dois novos serviços da UPS já estão em operação;
Supply Chain – Especialistas comentam vantagens e desafios da integração das cadeias;
Gestão de pessoas – Grupo Libra desenvolve programas em prol de colaboradores;
Ampliação – Rodovisa planeja crescer 40% até 2011;
Agenda:
Nesta parte você encontra as datas das feiras, fóruns, congressos, encontros e cursos de logística em todo o Brasil.
Não percam a oportunidade de estarem sempre se atualizando e aprendendo sobre esta área que amamos!
Até a próxima!
Erika Belmonte
Olá pessoal, vamos a mais uma edição da revista Mundo Logística – Edição de Julho e Agosto.
Abaixo, os assuntos abordados neste bimestre:
Preço ou Custo? Transporte sua escolha
Os principais aspectos que determinam os custos no Transporte Rodoviário de Carga nos grandes centros brasileiros, e como podem ser reduzidos de forma a propiciar menor valor de frete. Por Douglas Tacla
Modelo de análise de lucro na logística
Conceitos importantes na tomada de decisão e na análise de lucratividade e rentabilidade de produtos e clientes. Por Bruno C. Souza e Welington Rocha
A influência tributária nos projetos logísticos
A cada projeto de logística se faz necessária uma análise prévia para a escolha da melhor alternativa fiscal, para avaliar os riscos, benefícios e o impacto tributário em cada caso. Por Milton Hashimoto de Moraes
Mentalidade lean aplicada além das fronteiras da manufatura
Um caso de sucesso em redução de custos na implantação do sistema Lean Warehouse nas Ferramentas Gerais. Por Evandro Moraes
Global Sourcing
Entenda de que forma estratégias de global sourcing agem como fator gerador de economias de escala e de aprimoramento das operações. Por Márcio Marins e Jorge Alexandre Vanina
Coluna Excelência Logística: RFID otimiza logística portuária
Tecnologias de autoidentificação como o RFID (Identificação por Radiofrequência, em inglês) são ferramentas que têm conquistado o mercado internacional e começam a ganhar espaço no Brasil. Por Guido Dellagnelos
Coluna Logisticamente Falando: Logística é música para meus ouvidos.
Por Rodrigo Acras
Ticket de Carregamento e Descarregamento
Um caso de sucesso: Aplicação prática na Logística Operacional das Fábricas da Tetra Pak – Brasil. Uma abordagem com foco operacional. Por João Luiz Munhoz, Marcelo Jose Ferreira dos Santos, Maria Fernanda Hyczy e Oswaldo Gomes Júnior
Práticas Logísticas 2010
Um olhar sobre as principais práticas logísticas realizadas e suas perspectivas futuras nos principais setores econômicos do País. Por Vanessa Saavedra
Tecnologia da Informação em projetos de Embalagens
Como a tecnologia da informação pode auxiliar nos projetos de embalagens, desde sua concepção até a entrega final do produto ao consumidor. Por Luís Maurício Gardolinski
Combinação ou Competição de Previsões: Um Estudo de Caso nos Fretes do Agronegócio – Parte 2
Estudo de caso que busca analisar o comportamento do preço de frete no setor de agronegócios, um dos mais dinâmicos da economia brasileira. Por Marina Andries Barbosa e Peter Wanke
Como direcionar as organizações rumo ao alto desempenho sustentável e à lucratividade
A gestão de uma organização tem ao menos três desafios: a) gerir de forma efetiva e eficiente; b) manter crescimento de forma lucrativa; c) manter competitividade por meio da melhoria e/ ou desenvolvimento das competências-chave. Por Wilson Stefano Jr.
Coluna Estrategística:Quem mais ganha
Por Rodrigo Guerra
Coluna Recomendação de Leitura: Gestão de Redes de Suprimento
Por: Darli Rodrigues Vieira
Olá pessoal!
A revista Logweb deste mês está lotada de matérias pra lá de interessantes que com certeza vão manter vocês super informados das últimas novidades, além de enriquerem seus conhecimentos em logítica
Acredito que vocês já conhecem bem a Logweb até porque estou aqui, todos os meses, falando das principais matérias abordadas, agendas, entrevistas, etc… além disso a Logweb é a mídia oficial da maior feira de movimentação de cargas do mundo, a CEMAT SOUTH AMERICA (04 a 07 de Abril de 2011).
Mas vamos ao que interessa… abaixo, um resumo com os assuntos abordados este mês na Logweb:
Entrevista: Carlos Figueiredo comenta seus desafios de assumir a diretoria da Gollog;
Logística & Meio Ambiente: Projeto Biodiesel transforma óleo de cozinha usado em combustível;
Multimodal: Supply Chain: Cadeias de suprimentos têm papel fundamental na retomada de projetos pós-crise;
Navegação: Hidroanel – Estudo de pré-viabilidade deverá ser entregue ainda este ano;
Exportação: TGA e La Asuncena inauguram Rota 72 Horas Brasil – Paraguai;
Transporte rodoviário: Mercosul x Brasil – divergências não são apenas no futebol;
Cargas Superpesadas: Megatranz projeta crescimento, mas aponta entraves;
Alimentos & Bebidas: Fispal Tecnologia movimenta o setor;
Produtos Químicos e Óleos: Vopak Brasil amplia capacidade de armazenagem em Santos e Aratu;
Empilhadeiras e sistemas de armazenagem: Segurança na movimentação e armazenagem e o que as empresas oferecem;
Agenda de Eventos;
Para mais informações sobre a revista, pontos de venda e assinatura, acesse: www.logweb.com.br
Até a próxima, pessoal!
Abs,
Erika Belmonte
Oi Pessoal! Vamos a mais um post sobre a Logweb, mas desta vez, falando de uma edição especial: a Logweb este mês completa 100 números de sucesso! O Logística na Veia quer inicialmente dar os parabéns pelo excelente trabalho que a revista tem feito desde o início e também desejar que as próximas 100, e mais 100 e outras edições… sejam repletas de muito sucesso e que continue nos ajudando, nos passando tanto conhecimento e aprendizado!
“Nascida a partir de um portal de logístic, a revista se tornou, rapidamente, um sucesso e um diferencial no mercado, por sua linguagem ágil e sua total independência jornalística”
A Logweb neste mês nos traz diversos assuntos prá lá de interessantes, portanto não deixe de comprar a sua!
Embalagens e contentores: Empresas apresentam as novidades;
Contêineres: CBC é credenciada da BIC;
Aeroportos: Infraero lança guia que estará disponível em seus Terminais de Carga;
Brasil: Portos da Ligúria querem estreitar relações;
Investimento: Pague Menos cogita construir CD fora do Nordeste;
Integração: TNT unifica identidade visual e lança TNT Araçatuba;
Transporte a Granel: Rodolatina e a logística do cimento;
Operador Logístico: Nova divisão da McLane oferece serviços internacionais completos
Tudo isso e muito mais reportagens!
Um grande abraço,
Erika Belmonte
Olá pessoal! A partir de maio, em diante, passarei a falar também de uma outra revista de logística chamada LOGWEB.
Para os que não ainda não a conhecem, a Logweb é uma revista especializada em logística e já está há bastante tempo no mercado. Ela é vendida a R$ 12,00 e distribuida mensalmente. Conheci a Logweb há pouco tempo (na mesa de um gerente de logística aqui da empresa onde estou fazendo projeto). Comecei a folhear e fiquei impressionada com a quantidade de informações prestadas e com extrema qualidade!
Fiquem atentos que a partir de agora, todo mês teremos novidades sobre o que acontece na Logweb. Você pode encontrar a Logweb em grandes bancas ou livrarias de sua cidade ou então através do site: www.logweb.com.br
Abaixo, os assuntos abordados na Logweb de Maio:
Multimodal: Farmacêutico (ARTIGO DA CAPA)
- A saúde nas mãos da logística;
- Muito é preciso para melhorar a logística;
- Rastrabilidade diminui falsificação e roubo;
- Transportadores e Operadores Logísticos na área farmacêutica;
Evento: ILOG marca presença no lançamento da Frenlog.
Sistemas: Otimização de espaços e automatização incrementam a armazenagem.
Empilhadeiras: Quanto custa manter uma empilhadeira em operação?
Na rede: Portal Web Empilhadeiras facilita negociações.
Expansão: QGN duplica capacidade de distribuição com novo CD.
Show Logistics Especial: A tecnologia aplicada à Logística.
Artigo: O papel da tecnologia na Logística.
Alimentos & Bebidas: Logística da Brasil Cacau está planejada para comportar expansão.
Logística & Meio Ambiente: Projeto Repensar com parcerias para coleta, beneficamento e reciclagem de isopor
Operações Logísticas: Santos Brasil apresenta novidades;
Bobinas e Aço: ALL e Usiminas juntas paratransportar bobinas;
Bagagem: Serviço Bagagem Porta-a-Porta da TAM usa estrutura já existente;
Infraestrutura: Panalpina tem novo armazém;
Transporte: Concessionárias investem muito mais em ferrovias do que a União;
Operador Logístico: Investimentos da Standart Logística em 2010 totalizam R$ 42 milhões;
Negócios: Aqces adquire segmentos logísticos da Ultracargo
Olá pessoal !
Já está nas bancas, a nova edição da revista Mundo Logística! Recebi na sexta feira (ainda está super quentinha!!!) e não consegui terminar de ler tudo, mas voltarei para comentar alguns textos!
Para aqueles que ainda não a conhecem, a Mundo Logística é uma revista especializada em assuntos logísticos, é repleta de assuntos super atuais e interessantes e que muitas vezes encontramos em nosso dia a dia! Ela é escrita por profissionais da área e ainda possui muita divulgação de cursos, eventos, palestras, treinamentos, etc… tudo é claro, voltado para a LOGÍSTICA!
A Mundo Logística custa R$ 20,00 e pode ser encontrada nas maiores bancas e livrarias da sua cidade ou então pelo site da editora (http://www.revistamundologistica.com.br) e fazer a compra, recebendo-a em sua casa!
Só para deixá-los com gostinho de “quero-mais”… abaixo os tópicos abordados nesta edição e um breve resumo destes assuntos.
- Redução do nível de estoques e custos, e melhoria no atendimento a clientes
O sucesso de um projeto realizado em uma grande multinacional do ramo de autopeças, que teve como objetivos: reduzir o nível dos estoques da companhia e seus custos relativos, como melhorar o atendimento aos clientes internos.
Por: Geraldo Cesar Meneghello
- Redução de Custos na Gestão de Materiais
O caso de redução de custos de uma grande empresa do segmento têxtil, baseado na implantação do sistema ABC. Uma comparação do funcionamento do atual modelo de gestão de materiais (ABC) com o anterior.
Por: Anderson Silva de Souza
- Redução de custos sobre as ineficiências escondidas da operação
Um caso de sucesso focando em processos historicamente embutidos e acomodados nas atividades operacionais e que geram perdas, e perdas precificadas no contexto de todo o serviço prestado ou recebido.
Por: Edison Batista
- Redução de Custos em Movimentação e Separação de Materiais
Um caso de sucesso na separação e preparação de pedidos para a expedição (diminuindo o ciclo de vida do pedido).
Por Edemilson Aparecido Sarmento
- Análises e Tendências de Longo Prazo para o Setor Portuário Nacional
Análise da situação atual do setor portuário nacional, verificando as suas tendências em relação à dinâmica econômica brasileira e às possibilidades de expansão no longo prazo.
Por Hugo Ferreira Braga Tadeu e Jersone Tasso Moreira Silva
- Coluna Logisticamente Falando: Supply Chain vs. Supply Chain
Por Rodrigo Acras
- Coluna As Leis da Logística: Lei I: Ambiente
Por: Adalberto Panzan
- A logística reversa e o meio ambiente – o caso da indústria de computadores
Análise da logística reversa pós-consumo de produtos eletroeletrônicos, especialmente de produtos da indústria de computadores no Brasil.
Por João Eugenio Cavallazzi e Carlos Taboada
- Saiba como Selecionar seu Prestador de Serviços Logísticos
Na seleção de seus prestadores de serviços logísticos, o relacionamento continuado e duradouro é um bom indicador de que você pode ter feito a escolha certa.
Por Paul Evanko e Edson Carillo
- Logística, supply chain e desenvolvimento sustentável
O presente estudo se apoia na análise de 111 artigos publicados entre 2004 e 2009 sobre a integração de objetivos ao mesmo tempo econômicos, ecológicos e/ou sociais na cadeia de suprimentos.
Por Darli Rodrigues Vieira, Christine Belin- Munier e Milena Chang Chain
- Combinação ou Competição de Previsões: Um Estudo de Caso nos Fretes do Agronegócio – Parte 1
Estudo de caso que busca analisar o comportamento do preço de frete no setor de agronegócios, um dos mais dinâmicos da economia brasileira.
Por Marina Andries Barbosa e Peter Wanke
- Parcerias Colaborativas na Cadeia de Suprimentos – um estudo no varejo supermercadista
Uma análise da relação envolvendo Centrais de Negócios e Indústrias do varejo supermercadista no Estado de São Paulo.
Por Marcos Livato
- Coluna Estrategística: O caminho do Logístico
Por Rodrigo Guerra
- Coluna Recomendação de Leitura: Deciding in the Dark
Por: Darli Rodrigues Vieira
Aos que adquirirem a revista deste bimestre, não deixem de voltar aqui no blog e comentar os textos que acharam mais interessantes, além de darem a opinião sobre os mesmos, é claro :O)
Até a próxima!
Erika Belmonte
|
Redução do nível de estoques e custos, e melhoria no atendimento a clientes
|
|
A Revista Mundo Logística deste bimestre traz diversos assuntos pra lá de interessantes. A partir de agora, o Logística na Veia passará a acompanhar cada passo da Mundo Logística e divulgaremos todos os tópicos abordados, além de novidades, sugestões de leitura, etc.
Artigos desta edição:
Uma abordagem integrada para o planejamento de demanda de novos produtos
As incertezas associadas à demanda e à oferta de um novo produto contribuem para uma elevada taxa de ruptura na cadeia de suprimentos. Realize o planejamento adequado e minimize os custos para a sua organização.
Donald Neumann
Sistema Fuzzy-Expert para previsão de séries temporais no Supply Chain
Um novo método de previsão de demanda baseado na análise de wavelets, conjuntos fuzzy e sistemas inteligentes que promete melhores resultados que os métodos tradicionais.
Por Darli Rodrigues Vieira, Edson Baptista e Larissa Cristina dos Santos Romualdo
Otimização da cadeia logística através do uso de ferramentas da qualidade
Conheça como utilizar ferramentas da qualidade para otimização de processos organizacionais e aumento da competitividade, oferecendo menor custo e mantendo a qualidade ao longo de toda a cadeia logística.
Por Rosangela Mourat da Rocha Ávila e Vivian Wildhagen Reis
Modelos de Maturidade Para a Gestão da Cadeia de Suprimentos
Conheça os modelos de maturidade para a gestão da cadeia de suprimentos presentes na literatura atual e as características de cada nível que compõe a evolução deste processo de gestão. Por: Guilherme Frederico e
Roberto António Martins
Coluna Excelência Logística: Êxodo dos Transportadores Rodoviários de cargas a Operadores Logísticos
Por: Fabio Hernandes
II Panorama da Terceirização Logística no Brasil
Pesquisa revela os rumos da terceirização logística no Brasil e aponta importantes tendências para Embarcadores, Operadores Logísticos e Transportadoras.
Por: Marco Antonio Oliveira Neves
Colaboração: Apesar de muita discussão, faltam implementações
Compreenda melhor a colaboração na cadeia de suprimento, a começar por uma breve história e atualização sobre o CPFR, passando pela importância da colaboração em relacionamentos de terceirização logística (3PL), e finalizando com alguns pensamentos sobre a importância da confiança para colaboração.
Por Chris Norek, John Langley e Pedro Moreira
Operadores Logísticos – Expectativas para 2010
Confira qual a visão de grandes operadores logísticos para o ano de 2010. Quais as expectativas, investimentos, e o que estão preparando para este ano de recuperação da economia.
Logística Militar e Empresarial – análise e pontos de convergência
Em uma análise sobre a logística militar e empresarial, descubra pontos de
convergência significativos que podem ser úteis na solução de problemas logísticos similares. Por Heitor Freire de Abreu
Coluna Estrategística: A inteligência otimista
Por Rodrigo Guerra
Coluna Recomendação de Leitura: Administração de Materiais e Recursos
Patrimoniais
Por: Darli Rodrigues Vieira
A revista Mundo Logística é encontrada nas maiores bancas e livrarias, geralmente em grandes avenidas ou dentro dos shoppings em mais de 20 cidades brasileiras. Aos que preferem maior comodidade, basta assinar a revista através do link: http://www.revistamundologistica.com.br/assinatura.shtml
Sou suspeita para falar da Mundo Logística. Sou leitora da revista praticamente desde o começo e ela está sempre recheada de muito conteúdo (que cá entre nós, já me ajudou bastante no dia-a-dia, TCC da pós, … rs rs), além de nos manter informados com tópicos recentes e muito discutidos, cursos e eventos divulgados e também com uma sessão de leitura sugerida show de bola!
Caso algum de vocês já seja um leitor/assinante da revista não deixem de deixar sua opinião sobre a revista!
E qualquer dúvida sobre isso, me avisem!
Até a próxima!
Abs,
Erika Belmonte
Olá pessoal !! Gostaria de dividir com vocês um texto suuuuper interessante que acabei de receber. Esta matéria saiu na revista EXAME, edição 785, em fevereiro de 2003.

Mas sejamos sinceros… quem é que nunca parou para pensar como é que a AVON faz para conseguir gerenciar tantas revendedoras e ainda entregar o que foi solicitado por suas clientes (não só no Brasil, mas em todo o mundo)? Gente, estamos falando de uma empresa que está “espalhada” em 143 países, com 800 mil revendedoras, gerenciando 500 milhões de itens e recebendo mais de 50mil pedidos por dia!!!! Já pensaram em toda esta logística ???? É realmente “de se tirar o chapéu” !! Depois me contem o que acharam da reportagem! Enjoy !!!!
Como a Avon, com 800 000 revendedoras e 13 milhões de entregas para fazer a cada ano, está perseguindo a qualidade total no serviço?
Por Ana Luiza Herzog
Indicadores grandiosos cercam a operação da Avon, a maior empresa de cosméticos do país. Sua força de vendas — a mais numerosa do mercado brasileiro no porta-a-porta e também entre os 143 países onde a multinacional americana atua — conta com 800 000 revendedoras. A cada 19 dias, esse exército feminino, levando na bolsa 5 milhões de novos catálogos, aborda 21 milhões de consumidoras. Para satisfazer o rentável pecado da vaidade, a Avon oferece 2 500 produtos que vão dos tradicionais cosméticos a roupas, sapatos, utensílios domésticos e outros artigos fabricados por terceiros. No ano passado, a empresa vendeu 500 milhões de itens, uma quantidade só superada pela matriz.
Parte dessa magnitude, entretanto, representa um obstáculo para a Avon brasileira na conquista de outra marca — atingir o maior índice possível de pedidos perfeitos. Trata-se de uma questão básica de logística. O pedido perfeito é aquele entregue no lugar certo, no dia certo, à revendedora certa. A mercadoria também precisa chegar nas quantidades corretas e em condições impecáveis. O creme anti-rugas não veio? O desodorante vazou? A cor do batom foi trocada? Mesmo que internamente os produtos e as embalagens estejam intactos, se a caixa aparecer danificada ou tiver sido entregue à revendedora por um funcionário com ar carrancudo, a qualidade do pedido não será considerada ideal. “A meta é erradicar toda imperfeição que possa alterar a percepção que a revendedora tem da nossa marca”, diz a paulistana Eneida Bini, de 41 anos, presidente da Avon. Com 22 anos de carreira na empresa, na qual começou como secretária, Eneida era vice-presidente de serviços ao cliente até agosto do ano passado, quando foi promovida ao cargo de principal executiva no Brasil.
A Avon recebe uma média diária de 50 000 pedidos de revendedoras. Desse total, 76,6% foram atendidos com o padrão de excelência em 2002. O índice vem crescendo ano a ano (veja quadro) e é considerado bom. “Para empresas que atendem o varejo, trabalhar com percentuais de até 98% é comum”, diz Gilberto Sarian, diretor de logística da consultoria paulista Integration. “Mas essas corporações não lidam com 800 000 clientes.” A Natura, a maior concorrente da Avon na venda direta, possui 300 000 revendedoras. Outras empresas de cosméticos, como a L’Oréal e a Nivea, distribuem os produtos apenas no varejo. Além disso, todas trabalham com diversidade menor. (A Natura, por exemplo, mantém uma média de 500 produtos em catálogo.) “Quanto maior a variedade de linhas e o número de clientes, mais complexo é o desafio de alcançar a excelência no serviço”, diz Dario Gaspar, diretor da consultoria de gestão A.T. Kearney.
O RELÓGIO E A CALCULADORA
Como não cogita reduzir o quadro de revendedoras nem enxugar a linha de produtos, fatores tidos como segredo do sucesso do negócio, a Avon montou uma operação de guerra para brigar pelo pedido perfeito. O movimento começou em 1998, quando a matriz concluiu que os indicadores que possuía eram insuficientes para medir a satisfação das revendedoras com o serviço prestado. Até então, a empresa monitorava apenas a disponibilidade de produtos. “Essa medida continua a ser importante”, diz João Alberto Hansen, diretor de gestão da qualidade e engenharia de produto da Avon. “A diferença é que deixou de ser a única.”
Uma vez definidos os demais fatores que deveriam ser monitorados, como atrasos na entrega, produtos danificados e qualidade de arrumação das caixas, cada subsidiária ficou livre para traçar sua estratégia para chegar ao pedido perfeito. Foi então que os executivos da operação brasileira, na época sob o comando do nicaragüense naturalizado brasileiro Amílcar Meléndez, atual responsável pela América Latina, decidiram criar times encarregados da melhoria de cada variável. Para que a idéia funcionasse, era preciso conseguir o comprometimento dos 4 000 funcionários da empresa.
O passo inicial foi vincular a conquista do índice determinado pela matriz à bonificação anual variável, implantada na Avon para todos os funcionários. Outro foi tentar fazer com que eles sentissem na pele a frustração de uma revendedora ao receber um pedido imperfeito. Para sensibilizá-los, os executivos recorreram a um truque: prometeram ao pessoal que todos ganhariam um relógio da empresa. Os chefes foram instruídos a criar durante alguns dias uma atmosfera de expectativa em torno do presente. Finalmente uma caixa foi depositada sobre a mesa de cada funcionário. Mas dentro dela, no lugar do relógio, havia uma calculadora. “Nada de errado com a calculadora”, diz Hansen. “Mas não era aquilo que eles estavam esperando.”
MOTORISTA GENTIL
Uma das primeiras medidas tomadas pela Avon para diminuir a incidência de problemas foi modificar o formulário de pedidos utilizado pelas revendedoras. O formulário antigo, usado até 1999, tinha 28 páginas, 14 delas tomadas por códigos dos produtos. A regra era escarafunchar até localizar os artigos desejados e marcar com números e traços as quantidades. “Precisava ser um doutor para preencher aquilo sem errar”, diz Eduardo Fernandes, diretor de treinamento e projeto de vendas da Avon. Na hora do processamento, realizado manualmente com a ajuda de uma caneta óptica, os equívocos também eram freqüentes. A solução: o formulário foi simplificado e reduzido para quatro páginas e a leitura passou a ser realizada automaticamente por um scanner.
Parece simples, mas, para que as revendedoras se acostumassem com a mudança, foi preciso que cada uma das 600 gerentes de setor da Avon gastasse quatro horas explicando a suas equipes a nova forma de anotar os pedidos. “Quem vende a marca há 30 anos estranhou a mudança”, diz Fernandes. Maria Nair Malvestiti, de 70 anos, revendedora da Avon há 37, reluta em ver vantagens no novo formulário. “Preferia o antigo, o dos risquinhos”, diz ela. Desde 2000, no entanto, o índice de erros no processamento de pedidos foi praticamente zerado.
Os atrasos nas entregas também foram quase eliminados. Os caminhões de entrega passaram a ser rastreados no percurso entre a fábrica, na zona sul paulistana, e os dois centros de distribuição da Avon — um em Osasco, na Grande São Paulo, e outro em Fortaleza. O treinamento dos funcionários das 32 transportadoras responsáveis pela entrega às revendedoras foi intensificado com a participação direta da Avon. Uma vez por ano, motoristas e ajudantes de entrega discutem durante um dia práticas essenciais para a entrega perfeita: desde a maneira correta de manusear as caixas para não danificá-las até o tratamento gentil à revendedora. “Se batemos na casa da cliente e não encontramos ninguém com quem deixar a caixa, o jeito é procurar um vizinho de confiança que possa receber a encomenda”, diz Manoel Gomes Coelho, motorista da transportadora Nevalma. “A idéia é evitar que a caixa não seja entregue no dia certo e a revendedora precise ir até a transportadora buscá-la.”
Desde o ano passado, a cada três meses, um treinamento mais breve é realizado pelas próprias transportadoras com material preparado pelo departamento de recursos humanos da Avon. “O treinamento anual provocava uma reação excelente durante certo tempo, mas depois sentíamos o pessoal esmorecer”, diz João Geraldo Lima, gerente de distribuição, logística e transportes da Avon. “Com essa injeção de ânimo freqüente, isso não acontece mais.”
Para incentivar as boas práticas, a Avon distribui, em parceria com as transportadoras, geladeiras, TVs e outros eletrodomésticos aos funcionários de melhor desempenho. Além disso, mantém cinco consultores nos fornecedores para ajudá-los a resolver contratempos. Antes chamados de inspetores, eles costumavam visitar as transportadoras apenas para apagar incêndios. “Hoje tentam evitar que eles aconteçam”, afirma Lima.
DIA DO EMPACOTADOR
Há ainda outros problemas que prejudicam a meta do pedido perfeito. No centro de distribuição em Osasco, onde a Avon mantém uma linha manual de separação de produtos, a média de erros cometidos pelos funcionários foi de 3,6 por mês em dezembro de 2002. Em agosto de 2000 era de 6,2. A redução foi conquistada à custa de várias mudanças. Uma delas foi realizada no segundo semestre do ano passado, após a gravação do trabalho realizado por um separador da linha durante 15 minutos. O vídeo foi apresentado aos outros 800 separadores e eles mesmos identificaram os principais defeitos na rotina de trabalho.
Um deles era bater o olho no código do produto a ser separado e ignorar sua descrição. “Trocar um código é fácil”, diz Carlos Eduardo Coimbra, gerente de expedição da Avon. “Trocar uma touca de banho por um vidro de perfume é mais difícil.” Aparentemente, não há mistério em seguir a recomendação. Uma breve visita a uma das 13 linhas de separação do centro de distribuição pode mudar essa idéia. Cada separador trabalha numa estação com 60 itens de produtos estocados numa prateleira à sua frente. Embaixo da prateleira circula uma esteira com as caixas que ele deve preencher. O funcionário tem poucos minutos para apertar um botão, deter a caixa que passa na esteira, pegar dentro dela a lista de produtos e conferir se pede ou não algum item da sua estação. A forma como esses produtos são colocados nas caixas é crítica. O custo de uma embalagem danificada pode variar de 2 a 40 reais.
Para entender a importância e as dificuldades desse trabalho, em junho do ano passado, os executivos da Avon viveram um dia de separadores. “A idéia era que todos percebessem o quanto é difícil acondicionar de maneira adequada batons, sapatos e espremedores de batata”, diz Coimbra. Conclusão do encontro: para evitar incidentes, os separadores deveriam usar mais bolhas plásticas de ar para ocupar os espaços vazios nas caixas. Já as revendedoras que fazem grandes pedidos passaram a receber os cosméticos, que são mais frágeis, em caixas separadas. “A freqüência de quebras e de embalagens amassadas diminuiu muito”, diz a revendedora paulista Márcia Carvalheira, responsável por uma venda mensal de 4 000 produtos.
Márcia, revendedora da Avon há três anos, também notou outra mudança. “Minhas dores de cabeça com a falta de produtos diminuíram”, diz. A disponibilidade de mercadoria, um dos fatores de maior impacto no pedido perfeito, foi especialmente atacada. “Abandonamos a idéia de que deixar de entregar um produto é permitido”, diz Hansen. Aumentar os estoques? Seria a solução mais fácil, mas traria custos intoleráveis. Foi preciso que a fábrica respondesse mais rapidamente às abruptas oscilações de demanda inerentes ao negócio de venda direta (a cada 19 dias, a Avon coloca em promoção metade de seu catálogo). Parte dessa agilidade deve ser atribuída ao kaizen, método de gestão japonês que prega a melhoria contínua dos processos. Desde janeiro do ano passado, quando o kaizen começou a ser disseminado na empresa, cerca de 200 funcionários, além de alguns fornecedores, sugeriram melhoria em processos de produção. O tempo de preparação de algumas máquinas, por exemplo, caiu em até 60%.
O pedido perfeito também passou a exigir respostas mais rápidas dos 340 fornecedores da Avon. Em 2001, na campanha de lançamento de um novo creme da linha Renew, a Wheaton, fabricante de embalagens, precisou importar às pressas mais volumes de um corante usado para pintar o pote fosco do creme. “Nos dois dias em que aguardamos a chegada do corante, pintamos o pote com uma cor similar e fizemos várias entregas para que a produção da Avon não parasse”, diz Renato Massara Júnior, presidente da Wheaton. Outros fornecedores envolvidos na fabricação do creme também tiveram de se desdobrar. Após 40 dias, quando a campanha de lançamento foi encerrada, a Avon, que estimara uma venda de 400 000 unidades do produto, havia vendido 1,2 milhão. “Não houve revendedora que tenha ficado sem um pote”, afirma Eneida.
A conquista do índice de 76,6% já rendeu vários benefícios à empresa. Um deles é o crescimento do número de revendedoras. “A ampliação em parte é fruto da melhora da qualidade do serviço”, diz Eneida. Outro é a redução de custos. Os gastos com fretes aéreos — acionados quando há risco sério de atraso na entrega — foram cortados em 52,4% no ano passado. “O objetivo do pedido perfeito é aumentar a satisfação da cliente, mas não há como negar que isso nos ajuda a melhorar a lucratividade”, afirma Eneida.
CAUSA E EFEITO
A melhoria do índice de pedidos perfeitos… (em %)
2000 = 55,5 2001 = 66,4 2002 = 76,6
é uma das razões do aumento da força de vendas da Avon (em nr. de revend.)
2000 = 640.000 2001 = 700.000 2002 = 800.000
NOS MINIMOS DETALHES
Na busca da qualidade total no serviço, a Avon identificou muitos pontos críticos nos seus processos de suprimentos, produção e distribuição. Veja alguns dos problemas encontrados e as soluções já implantadas:
1. PEDIDOS INCORRETOS – As revendedoras cometiam erros ao preencher o formulário de compra, que era extenso e confuso. O processamento desses pedidos na Avon, feito manualmente com uma caneta óptica, também gerava falhas.O formulário foi simplificado e reduzido de 28 para 4 páginas. A leitura dos pedidos passou a ser feita automaticamente por scanner
2. FALTA DE PRODUTO – Uma das causas do problema era a demora na preparação das máquinas das linhas de produção. Com o uso do kaizen, método de gestão japonês para melhoria contínua dos processos, a Avon reduziu em até 60% o tempo de preparação de alguns equipamentos. Assim, eles ficaram mais tempo disponíveis para a fabricação dos cosméticos
3. VAZAMENTOS – Por falta de ajustes corretos nas máquinas de fechamento das tampas, muitas bisnagas, vidros e potes saíam das fábricas mal vedados. Para minimizar os vazamentos, a Avon aumentou a freqüência das vistorias nas linhas de produção
4. ERROS NA SEPARAÇÃO E ARRUMAÇÃO DOS PRODUTOS NA CAIXA – No centro de distribuição, os funcionários podem falhar ao selecionar os produtos que devem compor o pedido. Eles também podem acomodá-los de maneira inadequada nas caixas e, com isso, danificá-los. Para reduzir o índice de erros, como troca de produtos e estragos nas embalagens, os funcionários foram treinados de acordo com um novo processo de separação de produtos
5. ATRASO NA ENTREGA – A Avon passou a exigir das empresas que fazem o transporte de produtos para os centros de distribuição que os caminhões fossem 100% rastreados. Além disso, os funcionários das transportadoras responsáveis pela entrega às revendedoras são treinados periodicamente e participam de programas de incentivo.
Aos que ainda não conhecem, existe uma revista lançada pela Editora Mundo voltada para a área de Logística que é bem interessante. A Mundo Logística é uma revista relativamente recente (sua primeira edição é de dez/2007) que possui uma formatação bem moderna e despojada. Sou leitora desta revista há uns 6 meses e posso afirmar que ela tem me ajudado bastante, tanto com relação à dúvidas que tinha quanto a informações diversas (futuro e tendências da área, terceirização, etc.)
A revista tem um visual bem diferente do que a gente vê por aí. Além de contar com fotos, tabelas e gráficos que ajudam a compreender melhor o assunto, os artigos têm uma leitura muito agradável. A propósito, estes artigos são escritos por profissionais da área que se propõem a compartilhar seus conhecimentos com a gente.
Além disso, a Mundo Logística possui uma publicidade moderada e bem direcionada (nada de propagandas de shampoo, lingerie ou Burger King!!!). Portanto a revista acaba sendo 100% aproveitada, pois ainda podemos ficar “antenados” quanto ao calendário de cursos, palestras, workshops, etc.
Abaixo, uma foto da edição Jan/Fev 2009:
Nem preciso dizer que eu a recomendo totalmente, não é? Acho que merece uma divulgação, até para que a Editora Mundo receba críticas construtivas e elogios (sempre temos o que melhorar!). Por ser uma revista recente e específica, não é muito fácil encontrá-la mas não desista!!! Ela é bimestral e tem um custo de R$ 20,00 (bastante honesto pelo conteúdo que oferece).
Fica aí a dica!









